quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

E depois da sesta...


Sorvete de pitanga:fruta que encontrei(fazia tempo que não via) outro dia na Feira da Roça,aqui no Farol de São Tomé.
Aliás, dizem que o imperador do Brasil D. Pedro II era louco por sorvete de pitanga.

Sorvete de pitanga
"Ingredientes
400 g de polpa congelada de pitanga
2 xícaras (chá) de suco de laranja
3 colheres (sopa) de açúcar
1 envelope (15 g) de gelatina incolor
1 xícara (chá) de castanha-do-pará picada

Preparo
1.No liquidificador, bata a polpa de pitanga, o suco de laranja e o açúcar
2.Hidrate e dissolva a gelatina de acordo com as instruções da embalagem
3.Misture bem à gelatina no suco de pitanga, distribua em forminhas individuais e leve-as à geladeira até endurecer
4.Na hora de servir, cubra com as castanhas picadas e decore a gosto"

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Sem dieta...Sanduíche de Forno

Essa postagem é para a Walnize que se encontra em férias com as netas e com certeza não está preocupada com dieta. Eu fiquei com água na boca, mas infelizmente estou em dieta.
A receita é do programa Mais Você da Ana Maria Braga.
Eu não fiz e portanto não tenho foto, segue o vídeo.

Sanduíche de Forno


Molho especial: 

- 1 xícara (chá) de maionese
- 1 xícara (chá) de catchup picante
- 1/4 xícara (chá) de mostarda 
- 1 colher (sopa) de pepino em conserva cortado em cubinhos
- 2 colheres (sopa) de cebola bem picadinha
- 1 colher (sopa) de vinagre de maçã
- 1 colher (sopa rasa) de açúcar
- sal a gosto

Massa: 

- 2 ovos 
- 500 ml de leite morno
- 250 ml de óleo 
- 1 xícara (chá) de açúcar
- 1 colher (café) de sal 
- 30 g de fermento fresco
- 500 g de farinha de trigo

Recheio: 

- 12 hamburguers  
- 1 xícara (chá) de milho escorrido
- 1 xícara (chá) de ervilha fresca
- 200 g de presunto fatiado
- 200 g de mussarela fatiada
- 1 tomate cortado em rodelas

- gergelim branco para polvilhar

1 - Numa tigela coloque 1 xícara (chá) de maionese, 1 xícara (chá) de catchup picante, 1/4 xícara (chá) de mostarda, 1 colher (sopa) de pepino em conserva cortado em cubinhos, 2 colheres (sopa) de cebola bem picadinha, 1 colher (sopa) de vinagre de maçã, 1 colher (sopa rasa) de açúcar e sal a gosto, misture bem e leve para a geladeira por +/- 2 horas para apurar os sabores. 2 - Num liquidificador coloque 2 ovos, 500 ml de leite morno, 250 ml de óleo, 1 xícara (chá) de açúcar, 1 colher (café) de sal, 30 g de fermento fresco e bata até que ficar uma mistura homogênea. Transfira a mistura para uma tigela e com a ajuda de uma peneira vá peneirando a farinha e misturando tudo com um batedor de arame. 3 - Num refratário retangular (35 cm X 25 cm) untado e enfarinhado coloque metade da massa (reservada acima) e faça camadas na seguinte ordem: - 6 hamburguers (congelado, ou em temperatura ambiente ou dourado) - Metade do molho especial - 1 xícara (chá) de milho escorrido - 1 xícara (chá) de ervilha fresca - 200 g de presunto fatiado - 200 g de mussarela fatiada - 6 hamburguers - a outra metade do molho especial - rodelas de 1 tomate Cubra com a outra metade da massa e salpique gergelim branco. Leve ao forno médio pré- aquecido a 180 graus por +/- 1 hora. Retire do forno e sirva em seguida.






quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

E quando acabarem as férias...


...a receita será fechar a boca,pois depois de tantas "podres delícias". Volta

Walnize Carvalho

Amanhece.
Passa um pouco das sete da manhã.
A mulher caminha sem pressa. Espera o sol.
Sente que,em breve,ele irá surgir criando uma explosão de luz e - quem sabe – de ânimo.
Segue cabisbaixa. Uma ponta de remorso a incomoda.
Irá ao encontro de sua amiga e fiel confidente.
Com remorso sim, pois esteve sem procurá-la durante todo o período de férias.
Esquecera-se dela. Quase um mês sem lhe dar notícias.
Tempo em que relaxou, descansou, passeou e usufruiu de iguarias mil.
Ruma em direção à farmácia, que já está há alguns metros de distância.
Entra.
Desfaz-se das bolsas que lhe pesam os ombros.
Tira, cuidadosamente, os calçados.
Olha firme.
Suspira... e decidida sobe na BALANÇA.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

De férias só se pensa em...



SORVETE...

Receita de Sorvete Caseiro – Como Fazer

Quem dispensa um delicioso sorvete? Ninguém não é mesmo!?

Aqui na casa de veraneio, minha neta mais velha, costuma fazer algumas vezes. Fica uma delícia e não gasta quase nada, confira a receita de sorvete.

Ingredientes
•2 xícaras de leite de coco
•1/2 xícara de água
•8 colheres (sopa) de açúcar
•4 claras em neve
Como Fazer
Bata as claras em neve. Acrescente aos poucos o açúcar deixando em ponto de suspiro. Retire o suspiro da batedeira e adicione delicadamente o leite de coco. Incorpore bem.

Coloque em uma tigela e leve ao freezer. Assim que começar a endurecer, retire do freezer e bata na batedeira por alguns minutos. Leve novamente ao freezer para firmar bem.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Uma boa para a ceia de fim do ano


Sopa de lentilhas com chorizo e bacon


Ingredientes

250 grama(s) de lentilhas
1 unidade(s) cebola média
1 unidade(s) tomate médio
150 grama(s) bacon
150 grama(s) chouriço
1 unidade(s) folha de louro
sal e pimenta
Modo de preparo
Coloque em uma panela as lentilhas, o tomate inteiro sem olho, a cebola, o bacon, o chorizo e a folha de louro. Adicione 1l de água e cozinhe até a lentilhas ficarem "al dente". Depois coe e reserve o caldo. Bata este no liquidificador com o tomate e a cebola. Tempere com sal e pimenta. Para servir corte o bacon em quadrados e o chorizo em rodelas. Junte o caldo e as lentilhas e sirva em prato fundo."


Boas entradas e boa sorte

domingo, 26 de dezembro de 2010

Já não gosto do Natal

a meus irmãos, Paula e Ricardo
por Ana Martins

Eu? Já não gosto do Natal. Perdeu todo o sentido, sabor, até o cheiro. Este formato do fazer compras porque sim, nas vertentes ter-de-dar-às-professoras-dos-filhos, fica-mal-não-oferecer, ou a pior, ter-prendas-para-retribuir-a-quem-não-vou-dar-e-que-sem-esperar-me-dão, confesso que me dão ataque de taquicardia.

para ler ao som de:



Azeite Gallo - anúncio televisivo de 1995

Esta mentalidade consumista do ter de dar incomoda-me. Eu? Gosto de dar, de preferência sem datas adjacentes e aquilo que faça o meu amigo sorrir. E sim, basta um gesto. Um bilhete escrevinhado às vezes toca mais que o objecto de consumo desejado! É o acto de dar que está subvertido neste Natal dos dias de hoje que recuso fazer parte. É um frete!, e não sei se a desculpa da minha provecta idade serve, mas cada vez tenho menos paciência para os fazer...
Recordo com ternura a minha melhor memória de cheiro de Natal. No afã da véspera, a avó Rosa na cozinha a socar num alguidar a fazer os mágicos sonhos molhados, ensopados na calda doce, o cheiro profundo da laranja a impregnar a atmosfera de um calor patente nas bochechas rosadas da cansada avó na massa assim bem amassada, e o cheiro do leite açucarado sarapintado com canela e limão do inigualável e inesquecível arroz doce de minha mãe, que como marca indelével nos ficou no ar, na memória, nas narinas na mescla dourada dos fritos. Não recordo outros natais que nos fez perder a nossa mãe e depois a nossa avó. Devia ser proibido por decreto-lei morrer-se no Natal e matar o Natal em cada um de nós. Hoje, já não sendo crianças, já sem as avós e a mãe, com novas recordações e em cozinhas diferentes, o meu irmão, a minha irmã e eu temos as nossas próprias famílias, outros compromissos e apesar de ambas excelentes cozinheiras que assumidamente somos, encomendamos a lista de doces na melhor pastelaria e mandamos o marido para a fila interminável. Devo confessar que hoje, enquanto dona de casa, considero a praticabilidade da coisa muito conveniente. O nosso irmão continua a ser muito prático na forma de gerir as divisões de tempo, espaço, as emoções e os natais. Admiro-o também por isso!
Uma reflexão que pairou no ar neste mês de Dezembro deixou-me pensativa. Se a crise que assola o país faria a contenção necessária a parar a fúria desregrada do consumismo e por via da crise, os valores verdadeiros voltariam. Se os meios justificam o que quer que seja para chegar aos fins pretendidos? Não gosto dessa filosofia. Não gosto nem acredito que a contenção espartana faça parte no nosso normal funcionamento, nem por termos bolsos vazios faça valores alguns voltarem. Acredito que o caminho tenha de ser outro, diferente.
Se há coisa que me incomoda é ver pessoas a dormir em caixotes de papelão num qualquer canto das nossas cidades e ver outras pessoas passarem sem sequer os notarem. Mas são capazes de grandes gestos, de grandes depósitos num qualquer NIB da moda para ajudar uns quaisquer desgraçadinhos. Eu? Volta-me à ideia o darmo-nos num pequeno gesto. Porque faz sempre a diferença na alma de quem é acarinhado.
Como se chega a esse ponto de abandono permanece um mistério para mim. Em conversa com minha amiga Paula Cascais, debatíamos esse ponto há dias. Foram as más escolhas na vida que os conduziram a viverem na rua? Ao ajudá-los, ou a associações que lhes proporcionam refeições quentes e roupa lavada, estaremos a ajudar realmente ou a perpetuar esse movimento? Qual a melhor abordagem para efectivamente fazer a diferença na vida de cada uma dessas pessoas? Agrada-me o fazer o bem sem olhar a quem e sobretudo, não haver focos de luz sobre cada acto que se faz de voluntariado, de bondade, de ajuda ao próximo. Não acredito em grandes gestos porque é Natal, mas em oferecer uma sopa ou mais roupa quentinha a pessoas sem-abrigo nesta época, isso faz sentido, não pelo Natal, mas porque está frio, porra!
A forma de se viver o Natal hoje representa como se vive a vida. A correr desenfreadamente na semana a cumprir horários e esperar pelo fim-de-semana para depois logo começar outra semana. Amiúde acerca-nos a ideia que o Natal está já aí e que o ano passou a correr. Porque passou mesmo. Penso que a certas pessoas, nessa correria desenfreada lhes falta todo o sentido, sabor, até o cheiro que a vida deveria ter. O ter tempo para os filhos. Ler-lhes antes de adormecerem em vez de ficarem a ver novelas e os putos no quarto nas respectivas consolas. Explicar os porquês em vez de um agora não. Posso soar moralista, a roçar o fundamentalista neste tema, mas acredito piamente que a educação que damos a nossos filhos faz a mudança, aquela que aos 20 anos todos acreditamos conseguir um dia vir a mudar o mundo.
Enquanto escrevo no meu portátil, um anúncio na TV chama a minha atenção, distrai-me o suficiente para levantar os olhos e murmurar um “adoro isto” - o do azeite, versão alargada missa do Galo. O meu filho, sempre atento, busca o comando e num simples clique faz o meu Natal! Grava o anúncio e enquanto o repete vezes seguidas só para meu deleite, cantamos os dois ó rama ó que linda rama a olhar-me bem dentro dos meus olhos, lá no fundo, onde ainda há Natal.



Receita:

  • Um pires de azeite
  • fatia de pão (vá, com o travo ácido e o miolo bem compacto do nosso pão alentejano)
Sirva como entrada. Um gesto simples. Molhar o pão no azeite e deleite-se.



A todos que tenham tido um Bom Natal, 
que o próximo ano possa ser melhor.




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