quinta-feira, 21 de julho de 2011

Doce de batata doce

Minha avó Bande fazia um doce de batata que nunca consegui fazer igual. Bem, até um dia desses, afinal resolvi insistir mais uma vez, já que doce de batata é apenas açúcar e batata, certo? Errado.

Seguindo sugestão da melhor doceira de compotas da família- minha mãe- decidi fazer antes uma calda com água e açúcar. Ficou perfeito, melhor ainda quando juntei côco.

A foto foi feita no smartphone, por isso essa "qualidade"

Doce de batata doce

batata doce cozida com casca e depois descascada e amassada
a mesma medida de açúcar
a mesma medida de água
cravinho a gosto
côco em flocos
Faça uma calda não muito espessa com a água e o açúcar. Junte a batata amassada. Em fogo brando vá mexendo, de vez em quando, para não grudar no fundo da panela. Junte os cravos. Quando a mistura estiver devidamente passada na calda junte o côco e aguarde soltar do fundo do tacho.
Sirva com queijo fresco.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Férias tempo de comida caseira



Começamos a semana de férias com uma comida caseira e saudável. Segunda-feira comemos um creme de espinafre levinho e gostoso.
Na terça havia sobra e a ideia foi servir o creme sobre o macarrão escolhido para o almoço: espaguete ao alho e óleo.
Para completar, salada de agrião, alface e tomate e um rolo de carne recheado com ovos cozidos.

Rolo de Carne

700g de carne moída
1 ovo
4 colheres de queijo parmesão ralado
1 pão amanhecido (amolecido no leite)
1 linguiça esmagada (opcional)
ovos cozidos
Misture o pão (esprema para tirar o excesso de leite), a carne, o queijo, o ovo e a linguiça e amasse bem. Acerte o sal. Abra a massa de carne e recheie com os ovos cozidos, enrole e leve para assar em forno brando.




terça-feira, 19 de julho de 2011

Férias e delícias


Curtindo uma semaninha em Niterói não tenho como deixar de ir degustar maravilhas no Caneco Gelado do Mário:

O Caneco Gelado do Mário é conhecido por todos pelo seu tradicional bolinho de bacalhau e pela cerveja estupidamente gelada servida em canecas de alumínio. O suculento bolinho é considerado por muitos como o melhor por estas bandas. Campeão de pedidos do boteco, o bolinho de bacalhau já faz sucesso entre a freguesia há mais de 39 anos. Alguns segredos o Sr. Mário garante não revelar para ninguém: a quantidade de bacalhau, batata e ovos, por exemplo. Dedicado e exigente, Seu Mário trata pessoalmente de todas as etapas do preparo dos petiscos e pratos da casa. O comerciante também vende a massa do bolinho para ser enrolado e frito em casa. Vale a pena conferir!

A história é esta! O Sabor,eu conheço!...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Matando saudade



“A Cozinha Maravilhosa de Ofélia”


Gastronomia & TV

"Já se foi o tempo em que a gastronomia ficava restrita às cozinhas. No Brasil, Ofélia Anunciato foi a pioneira em levar esse tema para a televisão.
“A Cozinha Maravilhosa de Ofélia”, da Rede Bandeirantes, ficou durante 30 anos no ar e entrevistou os principais chefs do país como Luciano Boseggia, Sérgio Arno, Manuel Andrade e Mao Hun Tseng.
O segredo do sucesso das receitas de Ofélia sempre foi fundamentado nesta sua frase: "Na verdade, não há segredos na arte de cozinhar. Se você cozinha gostando de cozinhar, certamente será capaz de fazer um prato saboroso. E se tiver por perto alguém que goste de ensinar a cozinhar, como eu gosto, então não haverá nenhum problema".
Graças ao dedicado trabalho de Ofélia, hoje a culinária está forte na televisão, sendo parte da maioria das grades de programação de canais abertos e destaque nos canais pagos."

Uma de suas receitas:




Pão recheado da Ofélia


INGREDIENTES
3 xícaras de chá de farinha de trigo
sal a gosto
1 colher de sopa de fermento em pó - ( royal )
1 colher de sopa de margarina
1 xícara de chá de leite morno
2 colheres de sopa de queijo ralado
queijo meia cura a gosto
Colocar o leite para amornar junto a colher de margarina, em uma tigela colocar todos os ingredientes por ultimo o leite com a margarina, amassar até dar o ponto (caso necessário colocar mais farinha de trigo), fazer bolinhas e colocar o queijo meia cura no meio fechar e assar por 30 min.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Pão e emoção


01 - Deste lado do mundo . From this side of the world | Pão from Vitor Gabriel on Vimeo.
O vídeo fala por si. Confesso que me emocionei. Abaixo segue uma receita de pão das mais simples.

Receita da Minha Mãe
3 xícaras de farinha
1 saqueta de fermento  de padeiro seco ou um tablete de fermento de padeiro fresco
1 colher de sopa de açúcar
1 colher de chá de sal
1/2 xícara de óleo
1 xícara de água morna

Junte a farinha, faça uma cova no centro, deite a água, o óleo e o sal. Junte açúcar ao fermento e incorpore aos outros ingredientes. Deixe descansar por 40 minutos. Modele o pão, salpique com farinha e leve ao forno. Essa massa é ideal para pães com recheio, como presunto, queijo, azeitona (é a massa ideal para pizza), etc. ou simples para comer com azeite. 

terça-feira, 5 de julho de 2011

Quem não encara?


Fome e pressa... são os principais ingredientes para encarar um "cachorro-quente" dirão os que se encontram nas esquinas noturnas das cidades, quando retornam do trabalho para casa.
Mas não só de"esquinas"vive o referido lanche.É o preferido das festas infantis, onde adultos disputam com a gurizada nas passagem das bandejas.
Vale (para quem não sabe)conhecer a sua história:

Dizem que tudo começou, em 1852, na cidade de Frankfurt, na Alemanha. O que contam é que o açougueiro Johann Georghehner decidiu colocar o nome deste sanduíche de dachshund ou "pequeno cão comprido".
Outros contam a história de que um imigrante alemão vendia salsichas dentro de pães de leite no New York City's Bowery, por volta de 1860. Em 1863, em Chicago, uma exposição levou muitas pessoas a consumiram grandes quantidades do lanche. As pessoas gostaram muito, por ser fácil de se comer e barato. O que se sabe é que, até essa época, as salsichas eram consumidas frias.
Em 1904, em St. Louis, um alemão começou a vender salsichas quentes e para os clientes não queimarem as mãos, ele emprestava luvas. Como as pessoas esqueciam de devolver as luvas, seu cunhado que era padeiro sugeriu que colocasse as salsichas no meio de um pão.
Com a Segunda Guerra Mundial, assim como outros países, o Brasil sofreu influência da cultura norte-americana e um dos hábitos adquiridos foi o do consumo do cachorro quente.
No Brasil, por volta de 1926, o empresário Francisco Serrador, idealizador da Cinelândia, no centro da cidade do Rio de Janeiro, lança o cachorro-quente em seus cinemas. A novidade inspirou Lamartine Babo e Ary Barroso, a criarem em 1928, a marchinha de carnaval "Cachorro-Quente":

"Comer / Cachorro quente lá no bar / Por certo a moda vai pegar / Por não ser vulgar...

Comer / Vai toda gente ao "quarteirão" / Pois há lingüiça em profusão / Pra comer com pão...

Que bom que é lamber... / Trincar...comer... / Um cachorrinho tentador / No quarteirão do Serrador

Comer é bem melhor do que beber / Pois dá sustância e faz crescer / Todo e qualquer ser...

Comer / É verbo bom de conjugar / Quando queremos conquistar / Um "pirão" no bar..."

Depois de tanta história, que tal aprendermos um cachorro quente assado? Tudo feito em casa é bem mais nutritivo e saboroso e é uma pedida para reunir a família nessas noites frias:
Massa:

30g de fermento biológico
1 colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de açúcar
1 xícara (chá) de leite morno
2 ovos inteiros
1 colher (sopa) de gordura vegetal

Amasse tudo.

Unte ligeiramente um pirex (retangular) de uma assadeira de alumínio e forre com a metade da massa.

Ingredientes do Recheio:

1 lata de salsicha ou pacote
1 kg de tomate maduro
1 xícara (chá) de queijo ralado (parmesão)
1 molho de cheiro verde picadinho
1 cebola grande ralada ou picada; 1 xícara (café) de óleo

Refogue primeiro a cebola.

Somente depois jogue o alho e o tomate fazendo o molho. Engrosse com uma colher de maizena dissolvida em 1/2 xícara de chá de água. Acrescente a salsicha, o cheiro verde e, por último, o queijo

Deixe o molho esfriar e passe na massa

Leve para assar.









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