quinta-feira, 22 de setembro de 2011

parabéns Wal

um dia o aniversário de uma das cozinheiras deste espaço, outro dia e o aniversário de outra. pois no dia da Wal, mais uma receita de bolo de chocolate. descobri-a num blog amigo com estas fotos com o promissor título de bolo de chocolate pornográfico. Valha-nos o facto de as calorias não nos atingirem por imagens destas, mas como vou deixar a receita, já não me responsabilizo...








Bolo de Chocolate

Ingredientes:
300g de chocolate para culinária 70% de cacau
250g de manteiga sem sal
8 ovos
200g de açúcar
30g de farinha
uma pitada de sal
um pouco de óleo

1. Derreter a manteiga e o chocolate partido em pedaços numa caçarola grande, em banho-maria. Desligar o lume e deixar ficar o chocolate em banho-maria.

2. Separar as gemas das claras. Misturar bem as gemas de ovo com 100 g de açúcar e 30 g de farinha.

3. Começar a bater as claras em castelo com uma pitada de sal. A meio adicionar o açúcar e acabar de bater.

4. Misturar o chocolate derretido às claras batidas em castelo.

5. Untar uma forma com o óleo, deitar a massa na forma.

6. Levar ao forno pré-aquecido a 150º C durante 25 minutos.

O bolo fica húmido, intenso, mesmo a saber a chocolate. Cuidado ao desenformar, porque o bolo no meio fica tipo mousse de chocolate. Este bolo é uma verdadeira tentação! Impossível resistir!

(todos os créditos deste post são do blog amigo Cinco Quartos de Laranja a quem dou os meus parabéns pelas belíssimas fotos e postagens)


E a primavera vem chegando: Feliz Aniversário

 Para quem vive entre versos e navega na prosa desenvolta como raio de sol em manhã de primavera trago um poema de Adélia Prado, coberto de cotidiano e "feminices".
Grande beijo, Walnize..


Com licença poética

Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
-- dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.

Para acompanhar um bolo simples mas que traz boas lembranças de tardes em família.
A foto eu que fiz.

Bolo de Banana

Ingredientes:

3 ovos
6 bananas caturras (conhecidas também como banana nanica ou d`água, na falta dessa use uma bem doce como banana da terra ou outra da preferência)
1 xícara mais duas colheres de sopa de açúcar
3 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de suco de laranja ( ou de leite como na receita original)
1/2 xícara de óleo
2 colheres de sopa de manteiga
1 colher de sopa de fermento
sal q.b.
canela em pó q.b.
açúcar para polvilhar

Modo de fazer:

Bata os ovos com o açúcar, o óleo e a manteiga. Junte a farinha e depois o suco de laranja ou leite.Acrescente um pouco de canela. Junte o fermento e misture,sem bater.
Unte e enfarinhe um tabuleiro médio. Ponha metade da massa, corte as bananas no sentido do comprimento e cubra o bolo, polvilhe canela e açúcar.Cubra com o restante da massa. Se ainda sobrarem bananas é só cobrir o bolo com as fatias e polvilhar canela e açúcar.
Leve para assar em forno baixo por cerca de 40 minutos ou até o bolo ficar dourado.
Assim que tirar do forno polvilhe açúcar e canela.
Sirva com um bom café.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Feliz aniversário

Hoje é aniversário de uma das donas dessa cozinha e tem que ter pelo menos um "bolinho" como se dizia antigamente.
Deixo também um poema com sabor a outono que não tarda começar.
Parabéns, Aninha.



TERRACOTA

Da terra retiro
sua gama de cores:
ocre, vermelho, ferrugem,
terracota, outono,
o sol.
E pinto a alma em pinceladas
grossas, camada sobre camada,
para aguentar o peso do céu.

In Roseana Murray – Poemas para ler na escola,
Ed. Objetiva, 2011






Bolo leve de chocolate

6 ovos
100g de amendoim torrado e moído sem peles (na receita original era côco,mas nas comprar achei esse amendoim já torrado e moído e ficou mais gostoso, já experimentei também com amêndoas)
2 colheres de margarina
6 colheres de açúcar
6 colheres de chocolate
1 colher sopa de fermento em pó

Bate-se tudo no liquidificador. Leva-se ao forno a 200 graus.
Cubra com brigadeiro mole ou calda de chocolate. O meu foi feito com calda de chocolate e amendoim.
P.S. A pedido da Ana Martins explico como se faz o brigadeiro mole:
Numa panela mistura-se uma lata de leite condensado, 1 colher de manteiga, duas colheres de sopa de chocolate e 1/4 da medida da lata de leite. Leva-se a ferver por cerca de dez minutos e está pronto.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O pão nosso de cada dia


Quem há de negar ,que muitas vezes nos alimentamos com a simples necessidade de nos alimentar?! Quanta redundância!!!Quero dizer que movidos pela pressa ou pela pressão(chato quando cozinhar é obrigação!) nos vemos desmotivados para sair do "arroz com feijão"...
Falando isso com uma amiga ela me indicou um site bem interessante e que reproduzo postagem fresquinha (de hoje):Terça-feira, Setembro 20, 2011

do:www.cozinhadeimproviso.com

Pão integral com Alecrim

Receita:
2 ramos de alecrim (+ ou - 2 colheres de sopa)
1 xícara de chá de água morna (não pode ser fervendo se não "mata" o fermento)
2 xícaras de farinha de trigo branca
1 xícara de farinha de trigo integral
10g de fermento seco para pão (um sachê)
3 colheres de azeite de oliva
óleo de canola para untar (ou azeite)
1 colher de chá (rasa) de sal
Faça uma infusão/chá com um dos ramos de alecrim e a água, levando ao fogo até ferver. Retire o alecrim e deixe esfriar um pouco a água antes de usar.
Em uma vasilha grande, misture as farinhas, o fermento e o sal. Acrescente o azeite e a água e incorpore até soltar das mãos (se preciso, use mais água ou farinha aos poucos).
Em superfície enfarinhada, sove a massa por alguns minutos até a massa ficar lisa e elástica. Faça uma bola, pincele com o óleo ou azeite e deixe descansar coberta com um pano de prato limpo por aproximadamente 1 hora (costumo deixar dentro do forno desligado)!
Após o descanso, leve a massa para uma superfície enfarinhada, abra a massa e salpique o restante do alecrim, sove a massa até que o alecrim seja distribuido uniformemente. Modele o pão em formato ovalado (ou no formato que desejar, o pão é seu), transfira a massa para um assadeira, pincele o óleo/azeite, cubra e deixe descansar por 30 minutos.
Asse em forno preaquecido a 180 graus por aproximadamente 30 minutos ou até que esteja dourado. Uma dica excelente do blog é bater no fundo do pão, se fizer barulho tipo como se estivesse batendo em uma porta, tipo som de oco, está bom!
Depois de assado, deixe o pão esfriar sobre uma grade!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A solitária

Walnize Carvalho

Saiu à rua.Queria encompridar a manhã, já que ao voltar prepararia a comida.A sua comida.
Entrou na praça.Feirinha da artesanato.
Parou...Olhou...Flagrou seu rosto no espelho da barraca de bijuterias.Espiou o relógio.Era cedo ainda.
Deteve-se numa barraca de artigos domésticos: toalhas de prato, pegadores de cabos de panelas, sacolas, “puxa sacos”, guardanapos pintados ,de crochê, bicos de bule (aqueles do tempo da vovó),luvas e protetores de braços.Protetores de braços?
A vendedora tratou de explicar a utilidade daqueles apetrechos, já que observara ser a mulher de pele clara .
A convenceu a levar os protetores de braços.
Ela não só levou aquele utensílio ,como o kit completo.
Chegou à casa.
Vestiu a armadura: avental, pegador de cabos de panelas, touca , protetores de
braços e...cozinhou um ovo.

Mas...se depois pintar companhia,uma receita cai bem:



Ovos escoceses com molho de mostarda

(Perfeito para um almoço leve com uma salada verde.)

Ingredientes:
Molho de mostarda:
1 ovo
1 xícara (225 g) de maionese
4 colheres (sopa) de mostarda
2 colheres (sopa) de açúcar

Ovos:
6 ovos
2 litros de óleo para fritar
350 g linguiça de porco, sem o invólucro de tripa e picada
1 colher (sopa) de salsa seca triturada
2 colheres (chá) de raspas de limão
1/4 de colher (chá) de noz moscada em pó
1/4 de colher (chá) de manjerona seca
Sal e pimenta a gosto
1 ovo batido
125 g de farinha de rosca seca
Modo de preparo:

1.Para fazer o molho de mostarda: Quebre 1 ovo em uma panela pequena. Com o fogo baixo, acrescente a maionese, a mostarda e o açúcar, e mexa. Essa mistura estará pronta quando começar a ferver. Retire-a do fogo e deixe-a descansar até esfriar. Depois, leve-a à geladeira por 10 minutos, no mínimo.
2.Coloque os 6 ovos inteiros em uma panela e cubra-os com água fria. Deixe levantar fervura e cozinhe-os por 10 a 12 minutos. Depois, retire-os da água quente, esfrie-os e descasque-os.
3.Aqueça o óleo em uma frigideira funda a 190ºC.
4.Coloque a linguiça em uma tigela com a salsa, as raspas de limão, a noz-moscada, a manjerona, o sal e a pimenta. Com as mãos, misture bem os ingredientes com a linguiça. Com as mãos molhadas, coloque-a ao redor dos ovos de modo a formar uma camada uniforme. Passe os ovos cobertos no ovo batido e depois na farinha de rosca seca.
5.Com cuidado, coloque 3 ovos na frigideira e frite-os por 4 a 5 minutos, até ficarem bem dourados. Vire-os enquanto estão sendo fritos para que dourem por completo e de modo uniforme. Retire-os com uma escumadeira e seque-os em papel-toalha. Repita o procedimento com os 3 ovos restantes. Sirva-os com o molho de mostarda.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Grandes e Pequenas Gafes a serem evitadas à mesa



DO:http://www.livrodereceitas.com/diversos/cozinha/gafes.htm


– cruzar os talheres, depois de terminada a refeição, em vez de colocar garfo e faca em posição paralela.

– tomar vinho ou água, sem passar o guardanapo nos lábios, deixando a marca de gordura nas bordas do copo.

– sentar-se e fincar os dois cotovelos sobre a mesa.

– balançar-se na cadeira (que acabará por quebrar-se).

– atirar os caroços de frutas diretamente da boca no prato, sem fazê-la por intermédio do mão entreaberta.

– limpar (em casa onde for convidado) os talheres e os copos no guardanapo.

– amarrar o guardanapo em torno do pescoço.

– limpar os lábios ou os dedos, na toalha da mesa, em vez de o fazer no guardanapo.

– usar a faca para levar o alimento à boca.

– sorver e fazer barulho ao tomar a sopa.

– fazer da xícara de café ou do pires cinzeiro, após o jantar.

– falar com a boca cheia, pois é feio e a maneira mais certa de atirar perdigotos.

– falar o tempo todo, sem dar aos outros oportunidade de também dizer o que pensam.

– empurrar a comida com o dedo em cima do garfo; para isso, um naco de pão é o aconselhado.

– permitir que seu copo de vinho seja cheio e deixá-la quase intato.

– gesticular com qualquer dos talheres seguros na mão.

– virar o prato de sopa para aproveitar a última gota.

– evitar o quanto possível recusar um prato qualquer; não é necessário aceitá-lo com abundância, mas uma porção pequena é recomendável.

– cutucar o vizinho ou a vizinha com o dedo para que preste atenção no que se vai dizer.

– assoprar a sopa, quando estiver quente, quando o correto é esperar que ela esfrie.

– limpar a mesa das migalhas de pão com a mão. devendo esperar que o copeiro o faça com a vassourinha especial.

– empurrar o prato para longe, depois de ter comido o que havia nele.

– ao levantar-se da mesa, deixar que o guardanapo escorregue e vá ao chão, ou fazer dele uma trouxa; dobre-o rápidamente e deixe-o em frente, sobre a toalha.

– ocupar-se, durante a refeição, unicamente com uma vizinha, lembrando-se de que elas são duas. Procure entreter a que estiver menos solicitada pelo vizinho do outro lado dela.

– se a dona de casa ou uma de suas vizinhas levantar durante a refeição, faça o mesmo, é uma atenção que se deve seguir à risca.

– usar o palito somente quando for indispensável e com toda a discreção; fazê-to rápidamente e nunca deixá-la dependurado no canto da boca.

– acenda o cigarro somente depois de servidos os pratos salgados e sempre pedindo licença às senhoras que estão a seu lado. Cuidado com a direção da fumaça.

– deixe o cachimbo – caso o leitor o fume – para sua casa ou quando houver bastante ar para que a fumaça não incomode. Cuidado com a qualidade do tabaco.

– nunca se levante da mesa, antes que a dona (ou dono da casa, na falta dela), faça o sinal de que a refeição está terminada.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A Ciência na cozinha


A neta mais velha (que mora em Niterói) está aqui (Campos dos Goytacazes) em "férias fora de época",já que a escola (IFFRJ) está em greve.Passo pela sala e a vejo com um dos livros que trouxe na bagagem.Curiosa ,o folheei e achei interessante falar dele aqui no nosso blog:"O que Einstein disse a seu cozinheiro"

Não é um livro de receitas, apesar de conter algumas. Como o título dá a entender, o livro explica, numa linguagem bem fácil e simples, inúmeros aspectos científicos da cozinha. Não é só pra quem gosta de ciência, e nem só pra quem gosta de culinária. É pra quem tem curiosidade. Abaixo, algumas perguntas que são respondidas no livro.

» Deve-se colocar batatas para corrigir uma sopa que foi salgada demais?
» O sal kosher tem menos sódio do que o comum?
» O que são as microondas?
» É mesmo posível fritar um ovo sobre o asfalto em um dia muito quente?
» Por que nada gruda em frigideiras anti-aderentes?

Pois é. Perguntas altamente intrigantes que você se pergunta todos os dias... ou muito provavelmente não, mas agora deve estar curioso pra saber. Então está dada a dica.Para amenizar a suposta curiosidade de algum leitor, vou transcrever algo:

Segundo o autor, não amadurecem: cereja, frutas cítricas (laranja, limão, lima), pepino, romã, bagas de polpa macia (amora, framboesa, morango) e melão. São chamadas de "não-climatéricas", ou seja, são aquelas que não amadurecem depois de colhidas. Em razão disso, só devem ser colhidas quando atingirem condições apropriadas para consumo ou quando o ponto de maturação for o desejado. Há outras frutas, a exemplo da uva, que também são não-climatéricas. Então, não adianta comprar ou tirar do pé quando ainda estão verde para esperar amadurecer... pois, não vão!!! No máximo vão estragar!!!
De forma contrária, temos as climatéricas, ou seja, as que amadurecem depois de colhidas. Os exemplos são vários: maça, banana, abacate, goiaba, manga, tomate, mamão, papaia...

Obs.: Se você ficou curioso quanto a eficácia das batatas no combate a salinidade excessiva de sua sopa ou em relação a qualquer uma das outras perguntas que foram apresentadas no início dessa postagem, corra à livraria mais próxima e encomende o livro e faça experiências em sua própria casa...De minha parte, vou filar o livro dá neta,saboreá-lo e torcer para que suas "férias" durem um pouco mais...


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